Terça-feira, Janeiro 04, 2005

Guilherme Marechal ou O Melhor Cavaleiro do Mundo

Eu quero ser medievalista quando crescer. E já estou me preparando para isso. Compro todos os livros de Idade Média que posso. Nesse último Natal, ganhei quatro sobre o assunto. Dentre eles um muito caro da editora Könemann: O Gótico - Arquitetura, Escultura, Pintura.

Porém, foi um livrinho bem barato que me cativou: Guilherme Marechal ou O Melhor Cavaleiro do Mundo, de Georges Duby. Adquiri quase que por acaso durante a compra de outros livros do mesmo autor. Pequeno, barato e fantástico.

Sempre gostei de Duby. É sem dúvida meu medievalista favorito. Sua obra é extensa e - o mais importante - ele não se deteve a um estilo ou a uma temática. Esteve sempre provando que a História pode ser escrita de várias maneiras.

Guilherme Marechal é a prova disso. Através de uma canção de gesta do século XIII o autor faz um estudo das sociedades inglesa e francesa do período. Tal canção nos conta a história de Guilherme Marechal. Nascido na nobreza, viveu de torneio em torneio ganhando fama e prestígio. Sempre ligado à dinastia dos Plantageneta, depois de sua morte foi considerado o melhor cavaleiro que já existira.

Duby analisa de forma brilhante o cotidiano da Cavalaria: seus costumes, suas tradições, seus famosos torneios... Dá ênfase à relação de amor e ódio entre os homens - com certeza, um dos aspectos mais importantes da Idade Média.

Porém, o que chama mais atenção nesse livro é a forma como foi escrito. Desde a primeira página o leitor se vê imerso naquela sociedade, participando de seus eventos e íntimo dos personagens. O livro nos aproxima a Idade Média.

E viva Duby!

2 Comentários:

At 11:31 AM, Anonymous Anônimo disse...

Isso que é amor à Historia... tá de férias e tá pensando em Medievalismo nao sei das qt! =P
Passei só pra dar um alô mesmo...Bjinhos, kerida!!

Carol

 
At 1:44 AM, Anonymous Edilson disse...

Parabéns Cinthia!
Além de linda é muito inteligente. Entrei aqui por acaso e me apaixonei. Muito legal seu jeito. Adoraria estar próximo de uma pessoa assim. Bj.

Edilson, de Brasília.

 

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